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Segunda-feira, 17 de Março de 2014
Aurora dos Pinheiros

Nas cinzas 
Na cama rasa 
Na erva mansa junto à estrada.
Na noite escura,
Na madrugada.
Na rua em que mora o nome 
Gravado
Sem que saibam que é o teu.
Que é também o meu,
Feito de Aurora, de resina 
De Glória desamparada.

 

À minha avó, que nunca me leu,

 

Mas ouviu-me a ler.
Entre os suspiros do entardecer,
Deitada no colchão de centeio
Batido na varanda das Impatiens.

 

Ouvias-me, lendo coisas de outros mundos.
Palavras que não conhecias,
Nomeando reinos de impossibilidades no teu estreito cone de luz
Onde eu ficava a ler e a tresler na minha tardia infantilidade
Livros que não eram para a minha idade.
É ali que ainda fico,
Ao teu lado, às vezes,
Flutuando no cheiro das maçãs de inverno
Engelhadas do frio
Com a doçura da idade.

 

Como eras, parece que ninguém o soube, além de mim.
Rude de palavras, sem pejo nos gestos, 
Escandalosa, altiva
Na tua nobre e camponesa complexidade.
Quem te conhecia para além da tua falta de vergonha geminada de ternura?
Quem te conheceu melhor no teu olhar triste?
Sabes que ninguém mais te amou tanto as rugas
E os teus olhos sábios
Conspícuos
E que de ressaca seriam se marés houvesse a teus pés.


Quem te entendia melhor que eu?
Quem me entendia melhor que tu?


Havia poesia nos silêncios das palavras que te faltavam
E nos conceitos que não te deram a aprender.

Nascida para outros tempos,

Quantos palcos por ti esperaram,

Quantas cátedras de sublime sapiência?
Quantos embevecidos ouvintes por ti passaram 
Sem te ouvir? 

 

Um dia escrevi sobre a minha avó.

Um dia apenas o consegui.
E não falo de hoje.
Apenas uma vez falei
Sobre a dor com que me pesas
Com tudo o que gostava que visses.

Pensei em ti quando abracei outros ventos
E me entreguei às chuvas frias de outras manhãs
Desejei apresentar-te à terna doçura que o mundo me dava
Mas de ti nada restava
Senão a sepultura abandonada.


E tu, apenas viva em mim
Num eu que se desligava
Do que de ti restava em mim.

 

Tanto me pesa o último olhar
Que tive como despedida.

Na cama rasa 
Na luz doentia

De uma eterna madrugada.

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publicado por Manuel Anastácio às 21:01
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Terça-feira, 25 de Fevereiro de 2014
Versículos angélicos

Julgas que és sincero,

Idealista.

Que o mundo é mau, mentiroso,

E tu és bom.

Que saberias fazer melhor que Deus

E que se fosses Satanás,

Farias melhor oposição.

No alto, diz Deus, que se faça luz

E tu, em vez de trevas, dizes...

Trago luz às tuas trevas.

E Deus desterra-te. Impõe-te um fim,

Porque sabe mais que tu.

Mas tu sabes que, ele, tendo a chave do Inferno,

Não tem a tua alma.

É tua,

E ris.

E Deus diz:

Desgraçado, desterrado, maldito!...

E tendo dito, cala-se. Porque te inveja.

Queria ele ter sido criado

Para renascer nas suas próprias mãos.

Pobre órfão. Abandonado,

Desgraçado, maldito

Nem gerado nem criado. Perdido.

Como ele te admira.

Como deseja o teu orgulho e adia o fim.

Ai de vós, ó anjos que nele esperais.

O temporal do fim dos tempos.

Esperai. Ai. Esperai.

Mas o fim não virá, nem a Glória da Eternidade.

Tudo o que morre dita um novo início.

E Deus não tem outro vício

Senão ver tudo a renascer.

Esperai. Ai. Esperai que venha a Justiça,

Preparai-vos para a liça. Aparelhai os cavalos.

Cingi os rins com mentira das suas promessas.

Esperai. Ai. Esperai. Homens de fé.

Para vós só um dia virá.

O da colheita. E sereis vós os ceifados.

E, mortos,

Sereis vós os dentes dos arados,

Insensíveis à terra e aos pedregulhos.

Sereis semente, sereis a dor de quem não sente.

Senti. Senti agora. Que depois não sentireis.

Sereis apenas estrume.

E não espereis. Ou esperai. Ai, esperai,

Talvez vos saiba bem.

Esperar tem o sabor do sal, do além, fino,

leve, amargo, com um travo de podre adocicado.

Esperai. Saboreai o corpo por vós negado.

Trancai-vos em caixões, reprimi as paixões.

Entregai-vos. Prendei-vos. Humilhai-vos,

Ajoelhai-vos perante as trevas de quem vos promete a luz. 

Esperai. Ele criou a luz! Mas entregou-vos às trevas.

Esperai. Sentai-vos.

Ele criou a luz porque não é luz. É trevas.

É escuridão. Podre antes de ser.

Morto antes de nascer.

A luz está na criação. Na arte. Na imaginação.

Ele não é luz. Nunca foi. Deseja-a.

É desejo. Lá isso é. Sempre foi.

Nisso se resume o ser, em desejar.

Em esperar. Malditos, podeis esperar

Que o sangue pare de correr sem vos alegrar os olhos.

Esperai o dia em que a violência não vos acenda o coração

Com a beleza do que morre sem murchar.

Esperai. Ai, esperai. Malditos,

Proscritos. Esperai. Ai, esperai.

Deus Pai tratará de vos fazer esperar mais.

E prolongar a espera na eterna primavera

De quem nunca nasceu.

Artigos da mesma série:
publicado por Manuel Anastácio às 22:02
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Domingo, 19 de Janeiro de 2014
(19/01/2014)
Amigo, as coisas mudaram.
Heráclito sabia o que dizia,
Quando as palavras que não escrevia
Eram ditadas de outra forma.
Não somos os mesmos
Amigos.
O mundo virou páginas.
Não as virei eu. Talvez Deus,
O do nosso cinismo partilhado,
Tenha aberto com o teu desvio,
Tolle et lege
Um capítulo novo que diz
Já não estou ao alcance de te ouvir
Sem outro intermédio que o ar.
Os afetos ganharam novos contornos,
Outras sombras
Por outras luzes.
Não estás. Deixaste no teu lugar uma candeia
E por isso, porventura, pensarás
Que me basta velar a tua ausência.
Já não me chegam os teus postais de Natal.
Ainda os escreverás, alegrando-te
No nascimento de um deus morto?
Amigo. Não te escolhi
Não te procurei
Não te achei. O teu mundo era outro
Os teus livros eram outros e eram mais que os meus.
Mas fazias os meus parecerem mais vastos do que eram.
Eras dos poucos que celebravam cada letra morta
Dos poemas que morriam na minha mão.
As coisas mudaram.
Talvez já não possas vir cá a casa
Como ficou pendente.
Talvez venha por ti outra amada gente.
As coisas mudaram,
A ausência escreve outros poemas.
As rimas escasseiam. Perderam-se cheiros.
Ligo-te e não atendes
Porque as coisas mudaram
Para algo tão parecido com o momento em que, sem o esperar
Disseste
Amigo.
As coisas mudaram
Há links mortos, páginas expiradas
Onde me dedicavas cantos órficos
Digitais.
As coisas mudaram.
Mas ainda espero.
Assim prefiro. Assim o quero, amigo,
A esse livro
Aberto pela casa onde comi e bebi contigo.
Artigos da mesma série:
publicado por Manuel Anastácio às 17:16
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Quarta-feira, 9 de Outubro de 2013
Isso

na Guiné uma mulher diz

ou talvez em Lampedusa

aqui nunca aconteceu  nada disso,

isso,

de matar menino


se tivesse acontecido,

já o céu estaria de acordo,

e as estrelas alinhadas

na infanticida conjugação das coisas certas

porque tudo é certo se alguma vez aconteceu


tudo o que é  novo é abominável

aos olhos do senhor

aquele

que faz  novas todas as coisas


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publicado por Manuel Anastácio às 21:33
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Domingo, 22 de Setembro de 2013
Limite
En Puntas (excertos), de Javier Pérez

Ergues sofrimento em aura de libertação,

Detestando cada passo que dás,

E que arriscas

Em rígida compostura de concentração.

Disciplinas os teus passos,

Com o metrónomo da castração.

Riscas, perfuras, afundas.

Verticalizas em ansiedade,

As vertigens mais profundas. Justificas

A digna escolha da tua prisão,

E, em verdade,

Dás-nos o espetáculo da tortura,

No teu verde vício de procura,

A que te submetes docemente, com ódio na garganta.

És o teu pior carrasco.

Por isso dizem que és bela e que és santa,

no teu porte de oferenda em sacrifício.

No inocente exercício de ser criança.
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publicado por Manuel Anastácio às 12:37
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Quinta-feira, 19 de Setembro de 2013
Resignação solene

É triste.

Mas resignei.

A partir de hoje abandono a presidência.

Não porque a não mereça,

 

Mas porque não me merecem a mim.

 

Ficai na vossa maledicência.

Passai o tempo como vos aprouver,

a matar, torturar, restringir.

 

O mundo é vosso.

Não meu. Resignei.

 

E como não merecem mais versos,

porque a poesia é para quem a merece,

e quem a merece não a lê...

 

Fodei-vos.

 

Ao menos, podem ter a sorte de ter prazer.

Ou talvez não. 

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publicado por Manuel Anastácio às 21:16
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Quarta-feira, 24 de Julho de 2013
Florentino Ariza num dia pouco inspirado

Por ti, amor, espero até que as estrelas...

 

Por ti subo até...

 

Por ti.

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publicado por Manuel Anastácio às 22:41
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I've seen horrors... horrors that you've seen.

Baba-se, a criatura.

Escorre saliva pelo queixo.

Falta-lhe compostura.

É asquerosa, viscosa, a criatura,

porque saliva. Não se controla.

Vai de viola, a criatura.

No reino da normalidade,

a saliva tem sentido único. E há controlo.

Ordem, criatura.

Baba-se, a criatura. Coisa feia.

Decadente. Velhice, doença, estado demente.

Falta-lhe compostura,

à abjeta criatura.

E chora, parece que tem sentimentos, a criatura.

Talvez os tenha.

Mas falta-lhe a compostura.

Parece ter o mundo às costas

e, lá dentro, todas as culpas originais,

congénitas ou acidentais, florescem em doces súplicas.

Mas anormais.

Baba-se, a criatura.

É mais linda, que as demais,

Mais aberta, luminosa, e tudo o mais.

Mas baba-se, a criatura,

escorre saliva pelos queixos.

Não pode aspirar a mais.

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publicado por Manuel Anastácio às 20:50
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Terça-feira, 2 de Julho de 2013
Experimental como o destino

Quis saber o que faria um porco com pérolas.

Cheguei-me a um, sorrateiro, com vagares de terrorista,

enquanto chafurdava na fossa imunda

dos seus desejos.

Troquei-lhe o Financial Times

pela The New Yorker.


E foi vê-lo a ressonar que nem um camelo.


Troquei-lhe o Financial Times

pel' O Capital.


E foi vê-lo a ressonar.

Ruidosamente.

Ponto final.


Quis saber o que faria um ser humano com diamantes.

Cheguei-me a um, sorrateiro, com vagares de sedutor,

enquanto se afundava na fossa imunda

de desejos sem calor.

Troquei-lhe o Catecismo

por Sophia.


E foi vê-lo a ressonar que nem um camelo.


Troquei-lhe o último best seller

por Camilo.

E não fiquei tranquilo enquanto não aconteceu

o que já era de esperar.

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publicado por Manuel Anastácio às 22:44
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Terça-feira, 9 de Abril de 2013
Para Thatcher

A populaça e a desordem

comem dinheiro. Os sindicatos

são um formigueiro,

carraças do gordo perdigueiro que abraças.

E a lei, do teu lado,

é musculada.

És assim, feita de nada,

entregue à decadência e à vermícola bicharada

ou às labaredas que disso te poupam.

Todos morremos, até quando sobrevivemos

e enchemos a memória do Universo

das nossas bestiais convicções.

Formiga

Cigarra. Ninguém te agarra.

O que poderias ter sido e não foste, burguesa

proletária, guerreira, santa asneira, diarreia

Mãe desnaturada.

Heroína louca disciplinada.

Lambes liberdade nas chagas da fome

E o povo engole, das tuas pústulas, o ávido apetite

da desconsideração.

No teu chão floresce absinto

e as estrelas prestam-te homenagem.

Curva-se a criadagem ao excesso de batom

que se te cola aos dentes.

Entrementes, o mundo apodrece como sempre

E na madeira bichosa da tua lição nascem os teus santos seguidores

edificadores do anátema da destruição.

Desapareceste antes de desaparecer.

As bandeiras da mediocridade já pendiam a meio

muito antes de te fechares em demência,

E nem o santo sudário da Meryl Streep

te servirá de relicário. Adeus.

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publicado por Manuel Anastácio às 22:30
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