Segunda-feira, 22 de Setembro de 2008
Gosto de... coisas parvas

Paisagem parcial da freguesia de Rendufinho. Só porque foi o artigo 10 000 da Wikipédia Lusófona. No tempo em que ainda tinha algum tempo para nela escrever.

 

Um dia, o Indech, da Wikipédia, chamou-me de Manuel Anastácio, o Intenso. Gostei. Gostaria de ainda o poder ser. Não sou, mas não por falta de intensidade.

 

A caminho do Gerês, sempre que passo por uma terreola chamada de Rendufinho, a intensidade vem ao de cima. Fico furioso por o pessoal da terra ainda não ter em letras hollywoodescas "Bem Vindo a Rendufinho - o artigo 10 000 da Wikipédia Lusófona". Mas fico ainda mais furioso pelo facto de o artigo se manter, hoje,  com a mesma incipiência franciscana com que nasceu das mãos do Jorge Candeias. Ingrata gente. Os rendufinhenses, claro. Que as candeias apagaram-se há muito.

 

Tal como me sinto triste por não poder dar o meu empurrãozito à grande e imperfeita epopeia que é a Wikipédia, sinto-me culpado por dizer que tenho um blogue e deixá-lo dias a fio com a mesma paisagem. Não sou muito pessoa de escrever sobre coisas de agora e para agora. Não sou muito adepto dos fotologs, e nem a qualidade da minha máquina fotográfica nem o meu dedo e olho fotográficos se ajustariam a tal propósito. Sou letras, definitivamente. Se fosse realizador de cinema, a coisa seria diferente. Um bom director de fotografia faz maravilhas, se bem mandado.

 

Só para justificar a proliferação de Gosto des nos próximos tempos. A regularidade de artigos "normais" (ou o-que-a-casa-gasta) será pouco mais ou menos a mesma. Para que os visitantes, simplesmente, não sejam presenteados com uma data insonsa  a servir de maçaneta.

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publicado por Manuel Anastácio às 22:37
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2 comentários:
De Maria Helena a 23 de Setembro de 2008 às 18:50
Manuel, nada tenho escrito a assinalar que o leio, mas saiba que sim... :-)))
Continuo a gostar e essa sua "intensidade" é sedutora, asseguro-lhe :-))))

Um beijinho

Maria Helena
De Manuel Anastácio a 23 de Setembro de 2008 às 20:53
Confesso que já julgava que me tinha abandonado. Das poucas palavras que aqui deixou, cara Maria Helena, tenha a certeza de que as guardo no coração.

Intensamente.

Dizer de sua justiça

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