4 comentários:
De gláucia lemos a 19 de Julho de 2013 às 19:55
Que coisa tão linda o seu inventário de lembranças. Quem tem lembranças tem vida. Deus a prolongue com lembranças cada vez mais belas a acrescentar a seu valioso acervo.
De Silvério Salgueiro a 19 de Julho de 2013 às 21:57
O bom abafado era o da Tia Maria Augusta que eu também saboreei. E o Carlos Paião se bem me esqueço não abrilhantou por lá os grandiosos festejos, mas há lembranças que embora me sejam familiares também já me vou esquecendo. Há neste rol material para a tal obra literária.
De Manuel Anastácio a 20 de Julho de 2013 às 11:11
Sim, o Carlos Paião nunca foi a Carvalhal. A Lara Li sim, mas os meus pais nãome deixaram ir. Chorei a noite toda! :) --> por sinal, na única vez em que queria ir, de facto, às festas.
De Manuel Anastácio a 20 de Julho de 2013 às 11:13
E sim, o vinho abafado da Ti Augusta era, de longe, o melhor, mas a aguardente era feita no palheiro da minha tia Jesuína.

Dizer de sua justiça