Quarta-feira, 27 de Março de 2013
LVI

Às vezes, um jogador de futebol consegue ser maior que o disparate de ver um país preso à obrigação de apoiar uma dúzia de malandros supimpamente pagos para jogar à bola. Os símbolos nacionais são isso mesmo. Símbolos. Ninguém devia ligar puto a símbolos e é por isso que seria bonito ver os pacifistas a usar suásticas e apropriarem-se de todos os gestos de grunhice e de pertença à merdice da humanidade. Uma revolução semiótica é necessária, para que aquilo que define uma pessoa em relação aos outros seja aquilo que defende, diz e pratica não a bandeira que traz nas cuecas ou o emblema que tem tatuado no rabo. 

publicado por Manuel Anastácio às 14:34
link do post | Dizer de sua justiça | Adicionar aos favoritos
.pesquisar