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Quarta-feira, 29 de Fevereiro de 2012
O colégio andaluz

Se há coisa que o Minho não tem, é o encanto vertical do nevoeiro que só a lezíria do Tejo consegue ter. O Silvério Salgueiro teve a amabilidade de, amigando-me, dar-me estas fotografias esplêndidas daquele sítio onde desperdicei o meu tempo de formação com esquerdistas bacocos (que os há) como o João Sebastião da braguilha aberta ou direitistas cheios de si, como o Ramiro Marques, excelente exemplar de uma mediocridade intelectual formada em Boston e que é uma das senhoras donas feias do poema anterior. Ainda assim, tive o privilégio de conhecer, por exemplo, a Maria do Céu Roldão (cujo único grande defeito foi defender a iniquidade da Milu de má memória) ou outros exemplares, todos eles com defeitos, mas uns mais humanos que outros - e todos eles contribuintes beneméritos do que de bom tenho hoje na personalidade. Que os defeitos, carrego-os sozinho e não os imputo a ninguém. Muitas saudades tenho eu da Ti' Emerenciana, a senhora que na entrada nos dava conta dos recados quotianos com uma bonomia reverencial. Um dia, decidimos fazer um jornal como deve ser. Debateu-se o nome a dar ao periódico (que, tanto quanto sei, teve apenas dois números) e eu avancei com "Ti' Merenciana". As outras funcionárias não gostaram da homenagem. Azar. Às vezes sou muito meritocrático. Sou gente. Não sou uma ideologia ambulante, ao contrário do que pensa muita senhora dona feia que me descreve como "bloquista" ferrenho. Ferrenho é adjectivo para adeptos de futebol, não para gente de pensamento, como será qualquer pessoa que pensa sobre os problemas que nos atingem a todos (ou a alguns, os gregos). Muitos bloquistas pensarão, ou pensam, aliás, que sou pouco ferrenho nestas questões. É uma razão porque sou bloquista e não comunista, onde o livre pensamento não tem tanto espaço para se expandir. E eu sou pelos espaços abertos. O Ribatejo, região onde há a única autarquia bloquista de Portugal, é também a região mais atípica de Portugal. E não há mal algum nisso. É uma zona de confluência e de miscigenação de culturas, coisa que eu, como bloquista ferrenho (aqui pode ser), muito prezo. Espaços abertos.

 

Mas

 

Se há coisa que o Minho não tem, é o encanto vertical do nevoeiro que só a lezíria do Tejo consegue ter. Deixemos as fotografias, amigavelmente cedidas pelo Silvério Salgueiro, falar por si. Da sua varanda (ou janela, não sei bem) vê-se o meu colégio andaluz. Podem estas fotografias dar um toquezinho do que poderá ser tal vista. Eu talvez mostre, um dia destes, o palácio francês que se vê da minha varanda. Amanhã vou estar lá dentro a passar uma valente seca de que nem a fé da Ministra da Agricultura me salva (mulher de pouca fé, valha-nos Deus).

 

 

Agora sem nevoeiro. Menos belo, diriam os amantes da estética rasca das figurinhas das brumas de Avalon,  mas mais verdadeiro. As oliveiras fazem-me lembrar outros sítios. Onde estive, ou nem por isso. Obrigado, Silvério.

 

 

 

 

 

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publicado por Manuel Anastácio às 23:35
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Terça-feira, 28 de Fevereiro de 2012
Cantiga de desamigo

Dona Senhora feia

Que me fazeis fastio,

Ai Deus, não mereço o enguiço

De vos não desamigar.

 

Dona Senhora feia

do sorriso postiço,

Por Deus, não mereço o enguiço

de vos aturar.

 

Senhora dona feia

- se sois senhora e não só meia,

que a meia coisa de mau feitiço

fazeis por vos aparentar.

Podeis até nem ser senhora

E em vez de passarinha ter chouriço

Mas não me causeis o enguiço

De convosco me cruzar.

 

Senhora dona feia,

que em má hora pediste amizade,

Ou pedi eu, pelo demo embarcadiço,

podeis ser a flor do caniço,

Que o demo, pardeus, que nos amigou,

Já me vos fez desamigar.

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publicado por Manuel Anastácio às 23:01
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Coisas que não são mentira mas ninguém acredita II

Nunca estive na Andaluzia, mas estudei num colégio andaluz. Durante quatro anos.

publicado por Manuel Anastácio às 22:50
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Coisas que não são mentira mas ninguém acredita

Da minha varanda vê-se um palácio francês.

publicado por Manuel Anastácio às 21:23
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Segunda-feira, 27 de Fevereiro de 2012
LI

O Entroncamento é, provavelmente, a localidade que mais odeio de todas as terras lusas. Lá vivi os piores momentos da minha vida e lá estive à beira de me desfazer no pó dos desgraçados. Uma terra fantasma, um subúrbio de favos vazios num cruzamento de vias que cada vez tem menos importância para as pessoas que, antes, dali só conheciam um ponto de paragem feio de doer, mais algumas anedotas sobre vegetais anormalmente executados pela Natureza. Hoje, estando eu numa das (que poderiam ser uma) mais belas cidades do mundo, chegam-me aos ouvidos sinais de uma sabedoria e largueza de horizontes que não vejo entre aqueles que construiram e reconstruiram a Praça da Oliveira e a Colegiada da Senhora da mesma árvore. Há, talvez, na mediocridade das pedras, a elevação das almas. Foi entre a escória do Entroncamento que contruí o que de melhor há em mim. Entre as fachadas ritmicamente perfeitas de Guimarães, porém, sentiria adormecer a força do amanhã, não houvesse outro calor primaveril que o do granito mandado erigir pela Mumadona. Amo esta cidade como jamais amei qualquer pedaço de terra (exceptuando talvez a paisagem irremediavelmente extinta e impossível de reinventar do Carvalhal da minha infância). Talvez por isso me doa tanto a vulgaridade que se mantém naqueles que um dia serraram uma oliveira sagrada aos olhos do povo e a continuam a fazer em pedaços, sabendo que o povo é manso e dado à meditação morta de um rosário feito de caroços de azeitona.

Artigos da mesma série:
publicado por Manuel Anastácio às 22:24
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Pssst

Só porque tudo o que sabes é que és,

Julgas

Só porque tudo se resume a ti,

Julgas

Julgas que não houve vento nem ondas nem fogo

Nem espirros de espíritos entre a lava incandescente

daquilo que te fez como és.

Só porque tudo o que sabes

é o que és. Onde estavas tu antes de o saber?

Onde estavas tu quando os círculos da manhã

se cruzaram pela primeira vez com os planos vazios da madrugada?

Onde estavas quando as primeiras sombras esconderam

Os primeiros gritos de medo de quem pressentia a vida

E ainda não conhecia a morte?

Onde estava a tua arrogância e o teu saber, o teu misticismo,

A tua crença? A tua Fé?

Onde estavas? Não sabes? Eu sei.

Eu nem sequer estava lá, ao lado dos espectros que cantam louvores

À sombra que tudo aniquilou ao estado divisível da vida.

Eu não estava lá, porque eu sou tudo,

Muito além do saber que sou porque sinto, porque penso

Ou porque digo porque quando devia dizer apenas sou.

O ser não tem justificação.

Onde estava eu, quando estavas tu onde não sabes onde estavas?

Digo-te que sei, mas de pouco te vale a ti,

Da mesma forma que a mim de nada me vale.

Digo-te que, nessa primeira vez em que os sonhos

se entrelaçaram em espiral, copiando-se uns aos outros,

com o mero fim de se destruirem em proveito próprio,

andava eu no abismo que sentes sempre que pensas e cais nas coisas que esqueceste

e que julgas mortas.

Digo-te que estás morto, amigo.

Estás morto.

Tanto quanto a sombra que dividiu o tudo em bocados de excremento

Autovalorizável.

Estás morto. Portanto, pronto para matar e sustentar a tua morte.

Artigos da mesma série:
publicado por Manuel Anastácio às 21:33
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Citações II

 "(...) Por vezes parecia-me um daqueles pedintes aleijados de Turena de que fala a fábula, os quais, ao aproximarem-se dos despojos milagrosos de São Martinho, se puseram em fuga temendo que o santo os curasse, tirando-lhes assim a fonte dos seus lucros, e o santo, sem piedade, agraciou-os antes de chegarem à fronteira, punindo-os da sua malvadez ao restituir-lhes o uso dos membros."

 

Umberto Eco, "O Nome da Rosa", tradução de Maria Celeste Pinto

 

Fossem todos os milagres assim, e fossem curados todos aqueles que têm prazer na sua enfermidade.

publicado por Manuel Anastácio às 00:00
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Domingo, 26 de Fevereiro de 2012
Citações I

"(...) E matavam todos os judeus que iam encontrando e despojavam-nos dos seus bens...

- Porquê os judeus? - perguntei a Salvador.

E ele respondeu-me:

- E porque não?

E explicou-me que toda a vida tinham ouvido os pregadores que os judeus eram os inimigos da cristandade e acumulavam os bens que a eles lhes eram negados. Perguntei-lhe se não era porém verdade que os bens eram acumulados pelos senhores e pelos bispos, através das décimas, e que, portanto, os pastorelli não combatiam os seus verdadeiros inimigos. Respondeu-me que, quando os verdadeiros inimigos são demasiado fortes, é preciso então escolher inimigos mais fracos. Reflecti que, por esse motivo, os simples são assim chamados. Só os poderosos sabem sempre com grande clareza quem são os seus verdadeiros inimigos. Os senhores não queriam que os pastorelli pusessem em perigo os seus bens, e foi portanto uma grande sorte para eles que os chefes dos pastorelli insinuassem a ideia de que muitas das riquezas estavam entre os judeus."

 

Umberto Eco, "O Nome da Rosa", tradução de Maria Celeste Pinto

 

Da mesma forma, hoje, os senhores sabem pôr os pastorelli a perseguir os inimigos mais fracos. Quem tem olhos que veja, quem tem ouvidos ouvidos que ouça e quem tem boca que a use em bom proveito da justiça.

Artigos da mesma série:
publicado por Manuel Anastácio às 23:41
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Do servilismo da direita vimaranense

Nesta última sexta feira à noite houve Assembleia Municipal em Guimarães. O Bloco de Esquerda apresentou uma Moção pela reposição do normal funcionamento do Centro Hospitalar do Vale do Ave e pela qualidade do serviço nacional de saúde no concelho. De forma absolutamente excepcional, tendo em conta que a Assembleia apenas tem dois deputados do Bloco de Esquerda, a Assembleia votou a favor desta moção. Votaram a favor as bancadas ditas de Esquerda, ou seja, PS, CDU e BE. Os partidos associados ao governo atual de direita, ou seja, CDS-PP e PSD, numa atitude de puro servilismo político votaram contra, mostrando bem como preferem estar nas graças do Governo Central do que em defesa dos interesses legítimos das populações que os elegeram. No entanto, a cobardia política da bancada do PSD tornou-se evidente quando, numa declaração de voto, alguém do PSD que eu não sei identificar, teve a lata de dizer que a bancada não tinha votado a favor da moção porque não concordava com uma mentira que se encontrava no texto, nomeadamente que não tinha sido intenção do governo fechar os centros de saúde aos fins de semana e feriados, mas que essa decisão tinha sido do ACeS (Agrupamento de Centros de Saude) de Vizela - e isso, sim, é que é mentira. Seria bom que os vimaranenses soubessem da forma como os seus interesses são secundarizados por parte dos seus representantes eleitos de direita, mas dá-se o caso de as notícias publicadas serem também tendenciosas e mentirosas. Acontecerá isto propositadamente? Veja-se o caso desta notícia do Guimarães Digital onde é dito, a este respeito, que César Teixeira "deixou clara a preocupação dos sociais democratas vimaranenses". Ora, o jornalista não deve ter estado na mesma Assembleia Municipal que eu, porque se a bancada do PSD demonstrou alguma coisa sobre o assunto foi despreocupação. Sobre a moção, nem uma palavra.

 

Apresento de seguida o texto da moção apresentada:

"O Centro Hospitalar do Alto Ave (CHAA)  encontra-se a funcionar sem direcção clínica e apenas com dois membros do Conselho de Administração.

O  Conselho de Administração  do CHAA tomou posse em Fevereiro de 2010, sendo então constituído por cinco elementos, designadamente António Barbosa, Gabriel Pontes, Emanuel Barros, José Ribeiro e Carlos Guimarães que assumia as funções de Director Clínico. No entanto, desde então, Gabriel Pontes e Emanuel Barros abandonaram as funções que desempenhavam, e Carlos Guimarães deixou a direcção clínica do CHAA, após ter apresentado a sua demissão em Março.

Assim, desde há meses que o CHAA funciona apenas com dois elementos do  Conselho de Administração.

Não é admissível que um centro hospitalar, pela sua dimensão e área de abrangência, possa funcionar neste regime, uma vez que tal põe em causa a qualidade dos serviços de saúde prestados no concelho.

 

Esta situação vê-se agravada, uma vez que foi dada a conhecer no início do ano a intenção do governo de fechar os centros de saúde aos fins de semana e feriados. 

Num momento em que há ainda indefinição sobre a manutenção dos serviços nos centros de saúde dos concelhos de Guimarães e Vizela, podendo o governo avançar com a decisão de encerrar os centros de saúde ao fim de semana e feriados, aumentando assim o número de acorrências ao hospital, é da maior importância exigir para o concelho serviços de saúde capazes de dar resposta às populações, e que estejam à altura de requisitos especiais como é o caso da CEC 2012.

 

Considerando que é incompreensível que uma unidade hospitalar possa estar em funcionamento sem Conselho de Administração e sem direcção clínica e que esta situação contribui para a degradação do funcionamento hospitalar bem como dos serviços prestados aos utentes,

 

Atendendo a que as populações serão altamente penalizadas com o encerramento dos serviços prestados pelos centros de saúde aos fins de semana e feriados e atentando ao facto de que a capacidade de resposta do hospital poderá ser posta em causa e pode fazer perigar a própria vida dos utentes, seja com o tempo de espera ou pela qualidade de serviços prestados,

 

A assembleia Municipal não pode ficar indiferente a esta ameaça que paira sobre a cidade, o concelho e a região, nem deixar protelar a situação.

 

Pelas razões explanadas, o grupo Municipal do Bloco de Esquerda, propõe que, a Assembleia Municipal de Guimarães, reunida em Sessão Ordinária, a 24 de Fevereiro de 2012, mostrando desta forma que põe de facto os interesses da sua terra e região acima de quaisquer outros, delibere:

1- exigir que o governo nomeie o Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Alto Ave.

2- manifestar-se contra os cortes nos serviços e encerramento dos Centros de Saúde ao fim-de-semana e feriados.

3- remeter a presente moção ao Ministério da Saúde.

 

Guimarães, 24 de Fevereiro de 2012

O grupo municipal do Bloco de Esquerda"

publicado por Manuel Anastácio às 19:14
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Sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2012
Pietro Fornitano Roveri (1984-2012)

Outros deixarão o mesmo rasto

de poeira luminosa e gratidão.

Outros caminharão sobre os verdes pastos

da imensidão onde foste pastor.

Outros deixarão poemas

na forma de frases simples, claras

e sem outro sentimento que o sentimento

a que se dá o nome  de Verdade.

Outros caminharão na estrada da Liberdade

E como tu, não se calarão

Nem no perfeito mergulho na Eternidade.

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publicado por Manuel Anastácio às 20:12
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