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Quinta-feira, 15 de Julho de 2010
Eu escrevo como William Shakespeare!

Utilizei esta ferramenta, depois de ler isto, e coloquei um conto meu, traduzido automaticamente para inglês, sem qualquer correcção da minha parte:

 

While she was sleeping, not always it was veiling the sleep. He knew whenever it was still sleeping while it was going through each one of the rooms left where the only breeze, when I am lifting to breathing, only could come from his measured breathing. I believe that only I would manage to see the subtle waviness of the old curtains. The narrow windows that were accompanying the rooms arranged around the only made uneven cloister were the only figures to accompany me in the spiral of our solitude. When it was leaving it, in the room of the top, after feeling that his eyes were abating after the storm of some nightmare, it was going out for a small balcony on the inner enclosure and was going down the first turn of the spiral - the only place where it was managing to look at the sky and, where, for times, it was feeling the wind and the rain that was dripping even to the bottom, accompanying my distance even to the entry of the first room, near the great entrance door, where one was draining for an orifice. For times, it was leaning the ear to the small ostiole and her breathing seemed to hear again, knowing well that it could not be, because if the water was disappearing around there, it was not going, certainly, towards the highest room. But the rhythm seemed the same thing. Regular soldier, like a tired chest and without hope. Then, it was raising again for the rooms that were even succeeded in corridor, to the útima, in the top. It was sliding then for his side and seemed that it had never known it otherwise. He wanted that one was facing me, I was looking at each other in the eyes and was telling to myself the dream that had had while I had got up of the bed. But about his dreams only he was talking to me through the skin that was shuddering against my cold belly and for the immediate suspension of his breathing, like if it was in panic. Moving away, again it was seeming to the breathing to retake his circular way.

It was in a day that again was getting ready to place myself to his side, observing the movements ondulatórios under his shut eyes, in which I touched it and which I felt the body to be withdrawn of coldness, that the pain obliged me going out, it was not going to wake it and to disturb with the convulsions that were obliging me twisting the body in all the directions. Of the balcony on the inner patio only he was managing to see the clouds, guessing rain, vaguely, very vaguely, illuminated by aurora. Tracking for the ground, it was feeling my body to split against the irregularidades from the stone of the ground. So I dragged myself even to the bottom of the black mansion, where, for a gap of the great door, I managed to see the abject remains of my body still hanging, like standards torn to pieces on the dismembered body of a soldier. Attacked by a fever insuspeitada, to which it was seeming me to take care of the inflamed veins, I raised the rooms again, in the silent fury with which it was starting, which could, each piece of rotten meat that was insisting in growing insidiosamente around a ball of thread of anguish and growing heat. The walls were stained of dark blood, and the ground, behind me, it was spreading a triumphal, scarlet stair carpet out. When I arrived next to her, it was exhausted, dirty, draining mistletoe and decay. The door of the balcony was slamming with the wind and was letting in water in sprinkles. I left and let the water drip for me, waiting to be undone, diluted, up to disappearing for the orifice in the bottom of the cloister in spiral.

When it stopped raining, already the sun had been born. I got up, weakly, me decided not going down the wet spiral. I altered the usual distance and entered in the camera where she was continuing his sleep of decades. I kneeled down to his side and touched him in the face. It was not withdrawn. Since there is dug skin from his skin. It was not a foreign body. I kissed it. It opened the eyes, uncovered, dark, but brilliant, obscured by the light that it hampers through the door of the balcony. It smiled, for short moments, being startled soon following. " The dragon? ", it asked, while it was handed to my arms and was prepared to stand up. " I killed it ", he said, pointing to the bloody scales that were covering the way with rushes through the rooms.

 

E o resultado foi que escrevo como... bem, já disse. Claro que não acredito nisto.

 

I write like
William Shakespeare

I Write Like by Mémoires, Mac journal software. Analyze your writing!

 

 

Até porque, depois, usei outro texto e deu-me isto... Vá, eu até gosto do "E Tudo o Vento Levou..."

 

I write like
Margaret Mitchell

I Write Like by Mémoires, Mac journal software. Analyze your writing!

 

Mas, não satisfeito, ainda fui buscar este texto aqui (onde se fala de religião e de arte) e o estúpido do programa, o que é que me foi dizer?

 

I write like
Dan Brown

I Write Like by Mémoires, Mac journal software. Analyze your writing!

 

Snif, snif... afinal não escrevo como William Shakespeare... Acho que não escrevo como coisíssima nenhuma. Na melhor das hipóteses, sou original. Ou uma manta de retalhos.

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publicado por Manuel Anastácio às 13:30
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Segunda-feira, 12 de Julho de 2010
Marcela

Quando li pela primeira vez O "Dom Quixote" julguei que aquele parêntesis da pastora Marcela era uma referência a um dos símbolos da parte agreste da minha infância. Mas não consigo saber que planta é essa, que, ao jeito de Miguel Torga, gostarei um dia de ter sobre a campa, se é que nessa altura gostaremos do quer que seja. Não consigo saber que planta é essa, tal como Cervantes, ao que parece, também não sabia, apesar de não haver planta que eu melhor conheça, seja em rebento exsudante de resina, seja na sua secura de papel crepitante quando a minha mãe a coloca em cestas de vime ou jarrinhas pelos cantos da casa, ou, então, pelo cheiro do seu fumo inconfundível, depois de queimada numa noite de Junho, em honra de um qualquer santo dito popular nas ruas da minha terra natal. Chamamos-lhe Marcela, por lá. Mas fora de Carvalhal, ninguém a conhece ou alguma vez se lembrou de a baptizar ou, tão, somente, dar-lhe uso. Há umas ervas semelhantes junto às dunas litorais, mas são apenas semelhantes. A Internet dá-me apenas a conhecer que no Brasil, como noutros países da América do Sul, outras plantas há com o mesmo nome, também semelhantes, mas nunca a mesma. Uma delas é, até, a planta medicinal símbolo do Rio Grande do Sul. Mas estas ervas sul-americanas, baptizadas provavelmente por antepassados que comigo partilhariam a mesma infância de montes, xisto e resina, e que nestas flores análogas, mas de outra semente, viram um pouco das estrelas campestres do chão ibérico, apesar das flores, mantendo a mesma coloração de amarelo-palha, em pequenos conjuntos que não sei se são capítulos ou pseudo-capítulos ou o quer que seja que as afaste da familia das asteráceas, não são as mesmas. Se fossem asteráceas, ainda assim seria o cabo dos trabalhos a descoberta da sua específica taxonomia, que, como toda a gente sabe (não, não sabe, até porque é apenas uma figura de estilo rebuscada e nem sequer muito bem achada), as asteráceas têm este nome porque são mais numerosas que as estrelas que, como toda a gente sabe (e se não sabe, devia saber), são mais numerosas que os grãos de areia de todas as tamarizes do mundo. A marcela era usada para queimar nas fogueiras dos santos de Junho para curar a rabugem. As crianças espalhavam-se pelos montes até ao Vale das Tábuas, ou para os lados do Vale dos Ossos, da Ribeira da Brunheta ou outro qualquer local de mítica toponímia com ecos do tempo em que os velhos, já em nada contribuindo para a economia familiar, eram abandonados nos brejos (que para nós pareciam sem fim) para morrerem poupando os familiares de verem a desgraça que é chegar a velho. Partíamos a meio da tarde, com o chiar das cigarras e voltávamos com sacos de serapilheira (das batatas e do adubo) rescendendo a rosmaninho e a marcela. Antes do jantar, distribuíamos as ervas ao longo da rua, em montinhos sobre gravetos de pinheiro e, depois da sobremesa que não existia, acendíamos cinco ou seis fogueiras ao longo da rua que serviam de obstáculos a corridas loucas que nos empestavam a roupa com o cheiro daquele incenso rústico, sob o olhar aprovador das mães (os pais não eram de participar nestas coisas) que acreditavam que havia naquele fumo um milagroso remédio contra a rabugem. Rabugem que, como toda a gente sabe (não sabe, eu sei...), é aquele humor negro que corre nas veias das crianças, dos velhos e de toda a gente mimada que ainda não sabe, ou já esqueceu, o que é a vida, e que descarregam nos outros o seu egoísmo, sendo, claro está, rabugentos. Como eu.

publicado por Manuel Anastácio às 22:12
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Sexta-feira, 9 de Julho de 2010
Eu sou o caminho, a Verdade e a Vida - Evangelho Segundo São João 14, 6

O comentário lacónico (ainda que repetido: propositadamente?) da Gerana ao artigo anterior fez-me compreeder que não fui muito claro na exposição da ideia a ele subjacente, podendo parecer que fazia a apologia do sacrilégio, pelo que decidi tentar mais uma vez:

 

A imagem de Cristo (Cristo, enquanto símbolo) com uma mulher nua é provocação pela provocação? Eu tenho as minhas dúvidas, ainda que tenha a leve impressão que os responsáveis da Playboy portuguesa não andassem muito longe. Segundo eles, a revista não é apenas uma revista de mulheres nuas (apesar de ser por causa delas que a revista tem o seu público cativo), tendo, também o objectivo de agir social e culturalmente. Supostamente, a homenagem a Saramago, utilizando a imagem geralmente atribuída a Jesus de Nazaré (que não seria aquela, quase de certeza) serviria o fim de reequacionar a ideia de pecado. Ora, não há evidências nem históricas nem seriamente teológicas de que Jesus de Nazaré não tenha conhecido o amor da carne, utilizando a expressão de Saramago. A ideia de que Jesus se absteve sempre do amor carnal fundamenta-se na mesma ideia, hoje considerada heresia pela própria Igreja Católica, de que as funções vitais biológicas (alimentar-se, por exemplo) eram, em Jesus, mera aparência.

 

Mas vamos partir da ideia de que Jesus, de facto, jamais conheceu o amor carnal ou, pelo menos, jamais o consumou, apesar de, eventualmente, ter tido o desejo biológico conforme ao mesmo. Será que Jesus iria condenar a utilização da sua imagem, ou da imagem que os séculos lhe atribuíram, num contexto erótico? Talvez sim, talvez não. Muitos foram os momentos em que Jesus se comportou de forma inesperada ou mesmo sacrílega. Muitos foram os momentos em que as convicções morais dos seus discípulos sofreram fortes abalos perante a liberdade de julgamento de Jesus. Ele sentava-se à mesa com aqueles que pecavam em detrimento daqueles que se julgavam os baluartes dos bons costumes. Se há algo de profundo na mensagem de Cristo é a ideia de que é o amor que redime o ser humano e não a reverência perante os símbolos. O sacrilégio é o desrespeito deliberado em relação aos símbolos sagrados - até porque é impossível desrespeitar o sagrado em si mesmo. O sagrado é transcendente e não é manchado por qualquer acção humana. Jesus, ao desrespeitar o sábado fê-lo de forma deliberada. Sabia perfeitamente que estava a remeter o símbolo para o seu lugar de símbolo, o ritual para a sua mera função ritual, ou seja, dramatização da coisa sagrada. E a dramatização pode ser profanada. O sagrado só pode ser manchado pelo Homem através da sua consciência, já que é na consciência humana que reside o sagrado ou, pelo menos, se estabelece a ligação entre o indivíduo e o transcendente. O pecado "contra o Espírito Santo", aquele que não é passível de perdão, é um pecado contra o sagrado em si mesmo e não um pecado contra os símbolos ou os rituais. É o pecado contra a própria consciência.

 

Na minha consciência, Jesus, tendo ou não conhecido o amor carnal, saberia ler no coração de quem fez a capa desta "Playboy". E veria, com certeza, mas apenas, a mancha da despudorada vontade de vender e obter lucro com o desrespeito a um símbolo.

 

Mas ao desrespeitarmos um símbolo, não estamos a desrespeitar as pessoas que reverenciam esse símbolo? Com certeza que sim. E Jesus fê-lo constantemente. Não porque o símbolo seja desprovido de qualquer valor - tem, ao menos o valor do significado de uma mensagem que é partilhada por uma dada comunidade, mas não tem o valor do próprio sagrado. São coisas distintas. Da mesma forma que as palavras. Também elas são suportes arbitrários através do qual se transmite algo que não é arbitrário. Se uso palavras para transmitir uma ideia, posso fazê-lo utilizando qualquer código linguístico (e qualquer código é, em si mesmo, arbitrário), mas a ideia a ser transmitida não é arbitrária, tem uma realidade própria que não é modificável, mesmo que possam ocorrer erros na utilização e interpretação das palavras usadas. Quando eu digo "Jesus gosta disto", posso ser mal interpretado exactamente porque as palavras são pura areia movediça. O "gosto disto" do Facebook é, mais que uma expressão composta por duas palavras, uma ferramenta no sentido próprio do termo: uma entidade física (neste caso, software) que permite uma determinada acção considerada útil, que neste caso é acompanhar uma ideia e a interacção que outros têm com essa ideia, na procura incessante da sua cabal apropriação. Por isso, um artista pode passar a vida a compor, esculpir ou pintar sobre um determinado tema, porque "gosta disso". É uma ideia que acompanha, com o fim da sua apreensão o mais completa possível. Por isso, os textos filosóficos parecem, tantas vezes repetitivos. Porque o Filósofo tem consciência de que as palavras usadas numa formulação não bastam para a transmissão cabal da ideia, sendo necessário reformular até à exaustão aquilo que nele é claro ou, pelo menos, pressente como claro. Tal como as palavras, os símbolos não são sagrados. A óstia consagrada só é sagrada no íntimo, ou na consciência, de quem participa do ritual da comunhão. Não é a própria óstia que é sagrada, apesar de as palavras dizerem que sim. Porque as palavras, tal como os símbolos, são sempre deturpáveis. São-no constantemente, mesmo pelo mais fervoroso crente que, muitas vezes, interpreta de modo errado aquilo em que supostamente acredita. E aquilo em que supostamente acredita só pode seguir dois caminhos: ou se enquista num dogma pessoal e na ausência de questionamento (isto é, a ausência de caminho), ou segue a trilha da dúvida e da procura da verdade (o caminho percorrido por Jesus: "Eu sou o caminho, a Verdade e a Vida"). E a procura da Verdade e da Vida é contrária à reverência absoluta aos símbolos. É por isso que acredito piamente que Jesus "gostaria" daquela capa, mesmo que, tal como eu, a pudesse considerar uma foleirice feita sem qualquer gosto.

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publicado por Manuel Anastácio às 09:53
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Quinta-feira, 8 de Julho de 2010
Jesus, nascido em Belém, também chamado Nazareno, e por alguns chamado O Cristo - gosta disto (linguagem facebook, para quem não tenha percebido - que há leitores meus que são avessos a "redes sociais")

...apesar de, obviamente, a imagem ser tola: que raio de cama aquela? E já havia edredons? O pessoal da Playboy anda a injectar-se com lixívia?

publicado por Manuel Anastácio às 21:19
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