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Quinta-feira, 22 de Outubro de 2009
Até breve

Estou sem Internet há quase uma semana e parece que assim ficarei por mais dias. Abraço a todos.

publicado por Manuel Anastácio às 00:00
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Sábado, 17 de Outubro de 2009
Jardim Zoológico de Cristal, de Tennessee Williams, "Ao Cabo Teatro"

Estreou ontem, no Pequeno Auditório do Centro Cultural Vila Flor, a peça "Jardim Zoológico de Cristal", de Tennessee  Williams, pela "Ao Cabo Teatro". Há muito tempo que não ia ao teatro. Para ver uma peça para gente adulta, pelo menos. Gosto muito de cinema, mas o intimismo do momento que se esvai e que não está cristalizado em lado algum jamais poderá ser tomado pelo abraço das câmaras. Já tinha visto a adaptação de Paul Newman, era eu um pequenote e lembro-me bem do unicórnio decepado, como uma castração que se toma de forma resignada e triste, afinal, vivendo-se numa sociedade castrada, só sem o fálico e viril corno poderá um unicórnio, enfim, dialogar com os outros cavalos. Há destes sacrifícios e mutilações necessárias à integração social, ainda que a integração apenas ocorra no plano simbólico dos pequenos bibelôs atrás dos quais Laura se perde no seu mundo de sussurros quebradiços e lágrimas de cristal.

 

Maria do Céu Ribeiro, no papel de Amanda Wingfield, foi correcta. Não havendo a possibilidade de fazer a transposição do sotaque sulista para o português, deu alguma dose de irreverência à personagem, embora tenha para mim que um pouco de nasalidade de Cascais cairia perfeitamente na tradução fonética. Laura, desempenhada por Micaela Cardoso, conseguiu momentos de pura empatia com a solidão. Luís Araújo, como Tom soube tomar nas mãos o difícil papel de evocador e conseguir tomar em ambas as mãos o egoísmo e a dignidade da personagem. Romeu Costa, Jim O' Connor, o arauto da vida e dos sorrisos, trouxe a bonomia necessária para contrabalançar todo o humor negro típico de Williams.

 

Foi a respeito deste humor negro que, à saída, alguém se revoltou contra os risos absurdos da plateia a respeito das graças trágicas com que a peça está semeada. Dizem por aí, incluindo a Maitê, mas também outras pessoas, incluindo pessoas por quem tenho muito afecto, que os portugueses são tristes e não têm sentido de humor. Não concordo. Acho que os portugueses têm até sentido de humor a mais. Um sentido de humor trágico que os leva a rir nos momentos errados. Nos momentos em que o riso humilha o outro. Nos momentos em que a tragédia assola os outros. Pensando bem... talvez tais risos apenas comprovem a insanável tristeza deste povo que esbarrou com o mar e ficou preso entre o medo e a frustração de ficar. Tem um porto no nome, este país. E só ficaram por cá aqueles que não tiveram a coragem de descer às profundezas dos mares que partem dele ou subir às douradas praias abertas a novos e verdes interiores. Há em Portugal, no seu todo, muito desta peça de Williams. Coxos como Laura, entretemo-nos com vidrinhos e fugimos à vida com medo do nosso vómito. O público, apesar de simpático, foi um pouco inconveniente. Incapaz de compreender que há graças que não são para rir, pensando, no dizer desse alguém, que tudo o que é teatro é stand up commedy. Mas faz isto parte da experiência de ir a um espectáculo onde se compartilham emoções com os vizinhos. Faz parte da experiência social de sentir o que os outros sentem. Há sempre ondas de sentimentos entre quem vê um espectáculo. Lembro-me de ver "O Pianista", de Polanski, com o mais empático dos públicos. Ontem, o dia foi mais infeliz neste aspecto. Mas veio apenas transportar para a realidade aquilo que se passava ali em frente, numa (literalmente) caixinha de amostra das aflições humanas. Fossem os risos como os de Jim O' Connor, capaz de, através do sorriso e de uma satisfeita autoestima, compreender e aconselhar aqueles que sofrem, e sairia dali satisfeito.

 

Quando dizem que Portugal é um país triste, tenho de concordar e de discordar. Não tenho grande vontade de rir com vontade de chorar. Dispenso os risos das máscaras. Prefiro um sorriso magoado mas sincero do que gargalhadas lançadas como ópio para as multidões.

 

Falo eu, que gosto de rir.

 

A peça estará ainda hoje (às 20:00) e amanhã (à tarde) no Centro Cultural Vila Flor; dia 31 de Outubro e 1 de Novembro em Santiago de Compostela, no Centro Dramático Galego; a 6 de Novembro no Teatro Municipal da Guarda, a13 e 14 de Novembro no Teatro Viriato de Viseu; a 20 e 21 em Braga, no Theatro Circo; a 3 e 13 de Dezembro no Estúdio Zero, no Porto, a 19 de Dezembro no Teatro Aveirense, a 6 e 16 de Janeiro no Teatro Taborda em Lisboa e a 23 de Janeiro em Portimão (Tempo).

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publicado por Manuel Anastácio às 10:15
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Terça-feira, 13 de Outubro de 2009
Maitê

Esta senhora não ofende os portugueses. Ofende os brasileiros. Se algum português fizesse algo semelhante sobre o Brasil,  só me apeteceria enterrar-me bem fundo. Nojento. Racista. De vómitos. Uma notícia fútil? É, com certeza. Mas é de futilidades destas que nasce a intolerância, a incompreensão, os genocídios. De um lado e de outro. Nunca vi tanto comentário xenófobo por parte de portugueses na Internet como hoje, à conta desta aventesma. Estupidez semeia estupidez. Ignorância semeia ignorância. Destruição acarreta destruição. Não sei como é que ainda subsistem coisas belas no mundo.

 

Já aqui me revoltei contra aberrações portuguesas que detestavam o "sutáque" brásileiiro. Hoje, pûs a Maitê Proença no mesmo saco que a Maria de Lurdes Rodrigues... Assim com gritei "está na hora, está na hora desta ... ir embora!", grito agora "está na hora, está na hora desta ... nunca voltar a comer pastéis de Belém!" - mal empregados foram em tal cloaca.

 

Assinado: Mánuuueeeéle A., como o Rei. E com muito bom gosto.

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publicado por Manuel Anastácio às 19:29
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Segunda-feira, 12 de Outubro de 2009
Das pessoas de que a minha vida é feita

Diz uma regra antiga que os artigos dos blogues não devem ser reescritos. Eu vou negar-me a esse princípio. Este artigo vai ser reescrito ao longo da minha vida. E vai consistir apenas de uma lista, sempre incompleta e que irei ampliando com o tempo. Uma lista das pessoas que são eu. Tal como as conheço, sem procurar saber delas mais do que o que sei. Com cognomes ou reticências que darão lugar a algum, algum dia. A ordem dos nomes (ou evocações) é aleatória e não indica em nada qualquer preferência.

 

E, volto a dizer, este post jamais terá forma final. A não ser quando a Irmã Morte, caridosa, me beijar a face. Tornando, definitivamente, em epigramas aquilo que agora, ainda, não pretendem ser.

 

Carla Cristiana de Carvalho, a que intimamente me salva.

Maria da Glória Bouça, a que me deu.

Silvério Inácio Anastácio, o que me arrancou do solo do silêncio.

A menina de tule numa praia do Algarve, quando tinha menos de três anos e que é a primeira pessoa de quem me lembro.

O Adelino, com quem brincava;

O Marco, com quem descobri primeiramente o que é perder alguém que de nós faz parte.

O Silvério, que me diz que nada é de cristal.

O Silvério Sagueiro, que me diz que há, na terra e no tronco em que nascemos, maravilhas que desconhecemos apenas por acidentes ínfimos entre a brisa e as ramagens.

Gerana Damulakis, que abriu os braços às minhas palavras e as coloriu com um sorriso de bondade.

A Maria Helena que me faz crer em Deus.

Gláucia Lemos, que me abre os olhos para as formas místicas que toma o afecto.

Paulo Brabo, Ministro Venerável da Ordem do Abraço Eterno.

A minha irmã Paula, que deu sentido à palavra órfão e me ofereceu as palavras sangue, veias e pulsação.

O meu cunhado Nuno, que tem no sorriso a simplicidade das palavras mais sábias.

O meu sobrinho Duarte, enigma das sementes e da vida que há no riso das águas.

O meu afilhado Miguel, arcanjo a quem devo mais palavras e presença.

Aurora da Glória, a quem devo o valor que dou aos (e ao medo que tenho dos) suspiros e silêncios.

 

(continua...)

publicado por Manuel Anastácio às 23:05
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Domingo, 11 de Outubro de 2009
As relíquias de São Gualter

Graças à minha querida amiga Célia Fernandes, provavelmente a pessoa que melhor conhece o Santo padroeiro de Guimarães, tenho o privilégio de ser, também provavelmente, a primeira pessoa a apresentar, publicamente, imagens das relíquias deste santo, descobertas há coisa de poucos dias.

 

 

 

 

As fotos, da autoria de Célia Fernandes, só deverão ser utilizadas noutro local após a autorização expressa da autora.


 

Em breve voltarei a falar da Célia e de Guimarães. Por hoje, ficam as imagens. É que estou triste como a Morte... E nem vale a pena dizer por que razão. Coitado do São Gualter, enviado por São Francisco para gente de tão pouca inteligência... Obrigado, Senhor, pelos irmãos acéfalos; obrigado, Senhor, pelos irmãos crédulos; obrigado, Senhor...


Creio que há uma qualquer relação entre São Gualter e os maridos cornudos, que lavavam a cabeça nas águas santas da sua fonte (para quê, ao certo, não sei...). Aconselho o povo português a fazer uma peregrinação a Urgezes e que lave bem a cabeça. É que hoje casou-se, juntou-se, amancebou-se (sei lá eu o quê) com uma data de esposos e esposas infiéis. Obrigado, Senhor, pelos irmãos cornudos; obrigado, Senhor...

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publicado por Manuel Anastácio às 23:51
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Segunda-feira, 5 de Outubro de 2009
Naquela aldeia, uma árvore, e debaixo dela, homens

Hoje, vi um homem a chorar por causa de um carvalho que está a morrer. Basta-me isso para acreditar. No quê? Será preciso dizer?

 

Não levei máquina fotográfica e não pude registar nem as lágrimas nem os ramos secos da árvore.

 

Hoje estava para falar de Daniel Barenboim e das suas palavras sobre a música e sobre o Todo, que me foram oferecidas em presente pela Maria Helena. Tive, contudo, que percorrer os campos de Serzedelo e de Guardizela em campanha eleitoral. Terminei o dia num jantar da lista do Bloco de Esquerda em Serzedelo, numa sala apertada do grupo desportivo local. Foi aí que vi gente que apenas quer "fazer o bem". Não querem impor a ditadura do proletariado nem fazer uma revolução cultural maoísta. Querem apenas que as telhas, postas sobre a Igreja de Santa Cristina, pela proverbial incompetência do IGESPAR não deixem a água escorrer para cima do padre e das crianças que aí têm a doutrina nem firam a cabeça de quem esteja debaixo do beiral. Querem que uma ponte românica não seja devorada pela indiferença. Querem que os antigos marcos administrativos do Concelho de Barcelos (conta a História) não sejam roubados para enfeitar jardins privados.

 

Hoje, vi um homem a chorar por causa de um carvalho que está a morrer. Basta-me isso para acreditar. No quê? Será preciso dizer? O silêncio não será suficientemente eloquente? Hoje estava para falar do silêncio como matéria e força gravítica da música e da poesia, de acordo com as palavras de Barenboim. Um justo, como me dizia em carta a Maria Helena. Um justo. Hoje, estive com homens e mulheres que são justos. Que sabem que a gamela do poder não está aberta para a sua boca. Nem é preciso. Os justos não têm a boca cheia de fome. Têm a boca como a das aves, que regurgitam vida para outras bocas, mesmo quando o corpo começa a render-se à inanidade. Não andámos à caça de votos. Andámos à pesca de homens justos, como São Pedro, que nos brindou com um fim de dia chuvoso. À pesca de vontades, de justiça e de bondade. Foi um bom dia.

 

Hoje vi o Josias, cabeça de lista por Serzedelo emocionado por causa de árvores, de fontes, de pedras lavradas... E as pessoas? O Josias não se preocupa com as pessoas, dirão alguns que me vierem a ler? E eu respondo com o silêncio claro das manhãs que cantam. Não há discursos nem doutrinas políticas que façam sombra a quem ama a vida sem enganos.

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publicado por Manuel Anastácio às 22:13
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Domingo, 4 de Outubro de 2009
O que diz o Mies sobre as sondagens

O Mies (também conhecido como o gato que não é de Schrodinger, porque o tempo da escravatura já passou) é de opinião que as sondagens valem o que  valem e o que conta são os votos nas urnas, porque os  votos que caem no chão, se germinarem, só darão fruto mais tarde e, provavelmente, com bicho. Diz ainda que o medo daqueles que são vencedores nas sondagens é justificado. As sondagens não são mais que observação sobre um sistema ainda mais aleatório que a nuvem electrónica em volta de um núcleo atómico. Ora, a observação de uma variável do sistema altera-o por completo, movendo para a absoluta incerteza as outras variáveis que não estão em observação, o que torna absolutamente imprevisível o comportamento posterior do sistema. Contudo, há motivos para crer que haja uma certa tendência circunstancial para que as sondagens provoquem um efeito de simetria reflexa que deturpa as reais escolhas do eleitorado. Por isso, está a estudar um meio místico e cibernético de democracia em tempo real, em que os governos se sucederão, na hora, de acordo com a soma das auras, que contarão como votos, o que resolverá também o problema da abstenção, embora permaneça a possibilidade do voto em branco. A possibilidade de um conflito entre a vontade de agora com a contravontade de daqui a pouco, devido à sucessão demasiado rápida de governos que não conseguirão aplicar qualquer uma das suas ideias, se tiverem tempo de as ter ou de as ajustar às novas realidades, poderá transformar os governos em ondas que se poderão anular, levando à anarquia. O que, diz o Mies, será um bom começo de qualquer coisa. É tempo de afirmar que as pessoas são mais importantes que as políticas, ao contrário do que a eminente aventesma disse há uns tempos atrás, ainda que não se possa fazer uso político da afirmação, já que no contexto em que foi proferida tem consistência interna suficiente para ser tolerável num discurso que, no seu todo, é intolerável - logo, mais importante que a pessoa que o tem proferido.

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publicado por Manuel Anastácio às 20:25
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Sábado, 3 de Outubro de 2009
Quase sem palavras

4.º Festival Internacional de Jardins de Ponte de Lima, 2008
VIREVENT (MOINHO DE PAPEL) | CANADÁ
Concepção Jean-François Bertrand - Arq.º Paisagista; Sébastien Breton - Arq.º Paisagista

 

Da afinidade entre o sol, as sementes, as esferas e os hexágonos. Entre o vento e o universo que se consome. Entre as partes que se devoram, há a paz de tudo se equilibrar. De tudo se assimilar ao tudo. De em cada vida que desponta, despontar o eu que alguma vez serei. Que sou agora já.

 

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