Domingo, 1 de Abril de 2012
À boca de cena

 

 

Transforma-se o amor em universo

E o desejo num lugar pequeno

Ou no inverso, o antídoto em veneno.

Transforma-se o sangue em rio

E o rio, enquanto rio, em oceano.

 

(cai o pano.)

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publicado por Manuel Anastácio às 15:11
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4 comentários:
De glaucia lemos a 1 de Abril de 2012 às 18:04
E muito bonito na sua musicalidade e ritmo, mas conquanto sejam apenas 5 versos, cada um dos versos, às vezes em relação ao seguinte, requeriria análise demorada para uma cr[itica - embora despretensiciosa, No todo é um poema pequeno no formato, mas muito grande no conteudo e no particular de Arte poética. Quase q fica cantando dentro da gente, pela musicalidade q contém. Aplausos.
De glaucia lemos a 1 de Abril de 2012 às 18:10
É um poema de muita musicalidade e ritmo. Uma análise demorada requereria estudo de cada verso, às vezes em relação ao seguinte, para uma crítica, mesmo despretensiosa. Um poema pequeno no formato, 5 versos, mas grandioso em conteúdo e arte poética. O conjunto fica cantando dentro da gente, pelo quanto contém de musicalidade. Parabéns sinceros.
De Manuel Anastácio a 1 de Abril de 2012 às 19:18
Obrigado, Gláucia. Vejo que repetiu o comentário. Quer que apague algum? Beijo.
De glaucia lemos a 1 de Abril de 2012 às 21:01
Aconteceu algo, Manuel, quando estava para correção ortográfica , de repente o texto sumiu, sem dar uma solução, pensei q havia sumido mesmo, então escrevi outro com as mesmas referências. (risos) . Por favor, apague um deles, a seu critério, deixe o q gostar mais. Grande beijo. :-))

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