Terça-feira, 6 de Março de 2012
Uma coisa assim como quem não vai para ali

No meio do caminho da nossa vida

encontrei-me numa floresta escura e maldita

onde a estrada do bom caminho estava mal escrita.

 

Ai,

Como encontrar o bom caminho era sem sentido.

Voltei atrás.

Encontrei-te.

E o purgatório que fosse dar uma volta,

que o Paraíso era já ali.

Ah, que bom ter um bom livro para escrever

e não o fazer. É melhor ler. E, já agora,

Dormir,

Esquecer.

Para voltar atrás e voltar a conhecer

aquilo que nos faz sorrir por ser tão simples.

Dormir também é viver.

 

E recordar é esquecer.

Artigos da mesma série:
publicado por Manuel Anastácio às 21:40
link do post | Dizer de sua justiça | Adicionar aos favoritos
1 comentário:
De glaucia lemos a 7 de Março de 2012 às 02:42
Tão bonito e tão simples. Como os poemas sinceros q fluem espontâneos porque nascidos da verdade íntima. Gosto da suavidade dos grandes poemas. Um beijo.

Dizer de sua justiça

.pesquisar