Terça-feira, 21 de Junho de 2011
O país precisa de uma alteração de mentalidades

... lá isso precisa. Mas em que direção?

 

Em que sentido?

 

Naquela(e) que vos dá jeito? Ide pastar caracóis para o Alentejo.

publicado por Manuel Anastácio às 00:35
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2 comentários:
De Silvério Salgueiro a 21 de Junho de 2011 às 21:36
Para musicar a tua revolta dos ultimos dias.
http:/ www.youtube.com /results?search_query=Eis+aqui+agiota&aq=f
EIS AQUI O AGIOTA
FAUSTO
Eis aqui o agiota
Eis ali a agiotagem
De novo mergulho na luz do astro da musica
A minha cabeça
De novo a procura daquela
Melodia que teima
Em nascer as avessas
Se ribomba no contrapasso e se ja cruza o ciberespaço
Entao
Cuida de ti usurario
Na zona escura do erario
E da folia financeira
Do teu corpo fundo
E mais anonimo
A volta do mundo
Atravessando fronteiras
Esvoaçam
A tua volta esvoaçam
Taxas de juros e cambios
De cambistas e banqueiros
Titulos e dividas
Contraseguros
Visoes garridas
Malabaristas
E oniricas
Do dinheiro
A minha guitarra nao toca para ti
A minha guitarra rosna
Obeso e rebarbativo alardeando
A engorda
O teu figurino
Obesa a corruptela que mais
Disfarça e transforma
Selvagens capitalismos
Em brandos neoliberalismos
O mais doce dos eufemismos
E entao
Tu provas na perfeiçao
Que geres com o teu cifrao
A infelicidade dos outros
Reduzes um drama
O do maior desemprego
A centigramas
A percentagem de uns poucos
Encurralados
Os mais jovens encurralados
Em becos rasos de seringas
Contrafeitos mercadores
Em praças e ruas
Ruelas e avenidas
Envergonhadas
E mais anuladas
As maos estendidas
De arrumadores
Morreu a proletaria ditadura
A ditadura do mercado ja nasceu
Se cada vez menos produzem
Mais para a maior minoria
Toda a riqueza
Se cada vez menos para a imensa maioria sobram
Sobras que te caem da mesa
Da guerrilha dos capitais
Em doces paraisos fiscais
Entao
Cuida de ti argentario
O que retrata este sudario
E a maior parte do mundo
Que sobrevive na penumbra
De olhos postos em ti
Moribundo
Mas que te olha ja defunto
E enches a boca
De direitos humanos
Enches a boca
De fala
Do pensamento
Mas o do trabalho nunca
E porque sera
Que esse direito
No esquecimento fica
Se crucifica
Mais
Se abdica
Mas fica a pergunta
Keynes
Ao pe de ti
E arrumado a um canto
E a alegoria
Ou o retrato de um santo
De Silvério Salgueiro a 21 de Junho de 2011 às 21:46
Endereço correcto par ao vídeo http :/ www.youtube.com /watch?v=uUNNkiNHxZQ

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