Domingo, 5 de Junho de 2011
Spock
Leonard Nimoy, num video clip de Bruno Mars.

Era um senhor de orelhas bicudas com nome de médico pediatra. Hoje, parecido que está com o Bela Lugosi, versão Tim Burton, fez esta pequena e bela peça de cinismo benfazejo. Darmos a cara pela Condição Humana é  também não nos negarmos a fazermos de nós próprios.... Isto não que dizer nada, suponho, mas penso que ficava bem, aqui, alguma coisa de profundo. E não há nada mais profundo que dizer palavras à toa. O infinito é a mais profunda das readidades; a combinatória de todas as partículas do Universo, vem a seguir. Mas a combinação aleatória de signos linguísticos também tem qualquer coisa de profundo. Não sendo infinita, como o mar, dá a ideia disso. O que é que isso tem a ver com a vida decadente ou falsamente decadente de Leonard Nimoy? É que a vida também se torna mais profunda quando à seca realidade se junta a alternativa ficcional daquilo que poderia ser e não é. E para o caso, tanto contam as Utopias como as Distopias.

publicado por Manuel Anastácio às 13:15
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