Domingo, 15 de Maio de 2011
XXII

Aquilo a que eu chamo Eu não reside nem vive em mim.

publicado por Manuel Anastácio às 21:10
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3 comentários:
De Giulia a 16 de Maio de 2011 às 12:24
Caro Amigo/Amig@,

Livros existem para aventurarem-se de mão em mão, enchendo olhos e mentes, traspassando mundos vários, continentes distantes, até mesmo galáxias perdidas deste infinito Universo, sem respeitar nem mesmo as fronteiras do senhor Tempo.

É com base neste espírito que Lisboa acaba de ganhar um novo Alfarrábio on-line. É o www.livrilusao.com, que vende livros usados e novos.

No entanto, não queremos ser apenas um alfarrábio a mais. Para além de comprarmos, vendermos e trocarmos livros, buscamos também interagir com todos que queiram trocar ideias connosco sobre livros, artes em geral e tudo o mais relacionado com Cultura.

Convidamos-te a visitar a nossa página e, se achar interessante, ajudar a divulgá-la, repassando esta mensagem para a sua lista de emails.
Vamos dar continuidade à aventura dos livros!

José Silva,
Livrilusão
De gláucia lemos a 17 de Maio de 2011 às 22:57
Penélope sabe que provocou a ira dos deuses. Porque Penélope é imperfeita e erra. Muitas vezes "no desespero dos iconoclastas/quebra a imagem dos seus próprios sonhos" (Augusto dos Anjos). Penélope penitenciou-se, pediu desculpas. Os deuses nunca erram? Nunca precisam de ser perdoados? Penélope vai ficar quieta no banquinho da Espera, aguardando que passe a tempestade. Ela respeita a ira dos deuses, mas espera q os deuses não decretem o Apocalipse. Então lá está no banquinho da Espera, onde se põe a escutar Agostinho dos Santos: "Tristeza não tem fim. Felicidade sim."
De Manuel Anastácio a 19 de Maio de 2011 às 18:15
É o resumo de toda a Condição Humana.

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