Domingo, 12 de Setembro de 2010
VI

 

Jacques Loussier Trio - Gavotte em Ré maior - 2004 (Leipzig)
Não há músico mais intemporal que Bach. Não é o cume da música barroca, nem o cume da História da Música. Em vez de Ribeiro (Bach), dizia eu aos cinco sentidos residentes na cóclea do ouvido interno, deveria Bach chamar-se Fluss (rio) ou, quiçá, Meer (mar). Diz-me a retina dos olhos que poderia ser Oceano. Ozean, em alemão, soará bem a qualquer impositor de nomes artísticos. Ozzy para os amigos. Mas, pensando bem, não está correcto. Johann Sebastian não é Bach, mas Quelle. Nascente. E, isto, porque Grundwasserspiegel seria difícil de pronunciar.

 

 

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publicado por Manuel Anastácio às 21:52
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1 comentário:
De Anónimo a 12 de Setembro de 2010 às 22:30
Obrigada pela referência .
Carla

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