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Terça-feira, 18 de Maio de 2010
In vino veritas

Havia, segundo Heródoto, um povo cujos legisladores embebedavam-se enquanto faziam as leis e depois as ratificavam enquanto estavam sóbrios. Há, sem dúvida, maravilhas na abstinência. Há, sem dúvida, horrores na dependência. Há, porém, sabedoria na convivência. O álcool, como qualquer droga - que é uma droga, disso ninguém tem dúvida, e sem tem dúvida é porque é ignorante - abre portas para o desconhecido. Mas o desconhecido nem sempre é bom caminho. Há quem sabe conviver com a desorientação e torná-la via aprazível. E há quem, desorientado, não sabe voltar a casa.

 

Ver Nostalgia.

 

O vinho apenas é bom para os nostálgicos. Os outros, que já sofrem por viverem sempre em casa, ou são alcoólicos ou, ainda bem, são abstémios.

 

Não estou a brincar. O álcool é um dos fundamentos da civilização ocidental. Para o melhor e para o pior. Vai da apreciação relaxada de uma boa garrafa de vinho ao envenenamento de estudantes (e do futuro da humanidade) numa queima das fitas.

 

E o fígado agradece um pouco de vinho (a biologia ensina que excessos casuais são essenciais para a manutenção do equilíbrio do organismo - a hiperprotecção só resulta em enfraquecimento orgânico). O estômago, também, agradece - já o dizia Paulo a Timóteo. E digo-o eu, que sou muito severo com Paulo.

 

Reparem que falo de vinho. Não falo de cerveja nem de vodkas, runs, cachaças e derivados... Essas são outras histórias.

 

E termino fazendo tin-tin (expressão copiada da Gerana) a todos aqueles que optam por negar a si mesmos um prazer. O prazer é a chave para a perdição da humanidade. Cristo sabia-o (e bebia vinho). E não recusou a si mesmo, no Jardim das Oliveiras, o cálice supremo do vinho amargo do desconhecido.

 

Artigos da mesma série:
publicado por Manuel Anastácio às 23:22
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2 comentários:
De Gerana a 19 de Maio de 2010 às 04:12
Eu mesma fui cavar essa ao lembrar o in vino veritas.
O que ocorre é que não me nego o tal prazer se jamais senti prazer nas poucas vezes que bebi (ou tentei beber). O mesmo acontece com carne vermelha; não como porque não gosto, daí a opção por não comer carne.
Já chocolate, não passo um dia sem ele, menos mal que eu posso, sou magra; sem culpa, portanto.

Gláucia ficou encantada com o seu poema.
De Manuel Anastácio a 19 de Maio de 2010 às 07:35
O verbo "beber", junto do verbo "tentar" torna-se, deveras, num incómodo palpável.

Eu li os comentários no Leitora e aqui (porque é que lá se comenta mais que aqui? hein??) e fico deveras embaraçado com os elogios. Tão embaraçado que prefiro ficar em silêncio, saboreando o egoísmo de uma vaidade pouco disfarçada.

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