Sábado, 3 de Outubro de 2009
Quase sem palavras

4.º Festival Internacional de Jardins de Ponte de Lima, 2008
VIREVENT (MOINHO DE PAPEL) | CANADÁ
Concepção Jean-François Bertrand - Arq.º Paisagista; Sébastien Breton - Arq.º Paisagista

 

Da afinidade entre o sol, as sementes, as esferas e os hexágonos. Entre o vento e o universo que se consome. Entre as partes que se devoram, há a paz de tudo se equilibrar. De tudo se assimilar ao tudo. De em cada vida que desponta, despontar o eu que alguma vez serei. Que sou agora já.

 

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publicado por Manuel Anastácio às 20:25
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4 comentários:
De Gerana a 4 de Outubro de 2009 às 03:04
Nossa, que frases belas, tão belas que senti quanta força as palavras podem ter. Por isso, nenhuma arte é maior que a arte feita com as palavras. E aí dizem os que amam o cinema: "Uma imagem diz mais que mil palavras". E eu digo: só para definir isso, as palavras são necessárias.
Viajei nas palavras.
Você é talento puro, Manuel.
De Manuel Anastácio a 4 de Outubro de 2009 às 08:41
Gerana: envergonha-me... eu já devia ter dado melhor fim ao projecto que lhe prometi... Estas palavras pouco mais são que afinidades. Cada palavra tem em si mil imagens, ou mais, que variam consoante os olhos que as lêem. Imagens essas que, na corrente da leitura, formam sequências de montagem cinematográfica. Tudo é literatura e cinema no que à arte diz respeito. Excepto quando a arte se reduz à música pura. Aí, a coisa é mais complicada de definir. Beijo grande, transatlântico... e... ah: parabéns pelos Jogos Olímpicos (não vão ser em Salvador, mas creio que o orgulho será igual)...
De Gerana a 4 de Outubro de 2009 às 18:58
MA: vc tem razão, tudo é questão de afinidades. Cada um trata de defender e valorizar mais a arte com a qual se identifica.
Não se preocupe com nosso projeto, ele tem o dia certo para acontecer, nós que todavia não sabemos o dia. Irá acontecer, no entanto. E vejo o quanto vc anda atribulado às voltas com o trabalho.
Eu estou aqui, vc sabe.
Obrigada pelos parabéns pelo Viver a paixão - Rio 2016. Eu, todos os brasileiros, me emocionei quase tanto quanto Lula, que chorou feito menino. Ele é pé quente: Copa do mundo em 2014, Olimpíadas em 2016 e, realmente, ele tem muito mérito, mudou a imagem do país lá fora. E até quando, no ano passado, em plena crise mundial, abriu a boca para dizer que aqui a crise seria uma marolinha e, por tal, foi tão criticado, acabou tendo razão. Foi uma marolinha, voltamos a crescer rapidamente, graças ao fortalecimento do mercado interno, graças à política econômica do governo Lula. Em tempo: voto desde 1990 e jamais votei nele. Nossa, acabei escrevendo uma carta, desculpe pelo entusiasmo.
O blog vai voltando aos pouquinhos. Só posso contar o que aconteceu por e-mail.
De Silvério Salgueiro a 4 de Outubro de 2009 às 21:33
Como o Xico Buarte agora queria eu estar "com a tua festa pá".

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