Segunda-feira, 28 de Setembro de 2009
Hoje, podia ter acordado assim, mas não...

Cabeça de rato, de Rafael Bordalo Pinheiro. Fotografia minha, tirada ilegalmente no Museu do Douro, da Régua, porque a propriedade privada do Estado não permite que se tirem fotografias, mesmo que sejam sem flash, em museus públicos. Porque é um dever moral cometer a ilegalidade, quando a lei em causa é estúpida.

publicado por Manuel Anastácio às 23:09
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2 comentários:
De artur a 29 de Setembro de 2009 às 19:55
concordo em absoluto. é quem nem tem lógica: se é para proteger direitos de autor, os autores já estão mortos e enterrados e de qualquer forma são museus públicos contendo obras adquiridas por dinheiros públicos. a regra do flash tem logica - o disparo intenso de luz pode danificar os pigmentos das obras. tudo o resto não. experimenta apontar um telemóvel ao painel do almada negreiros no átrio da gulbenkien e em menos de nada tens o segurança em cima de ti a explicar-te em três línguas que não podes registar o teu património cultural,,,
De Manuel Anastácio a 30 de Setembro de 2009 às 00:45
Absurdo. Mas nem todos os museus são assim. Há honrosas excepções. No Museu de Conímbriga, ou no Museu D. Diogo de Sousa, em Braga, por exemplo, onde apenas se pede que não se use o flash. Justificadamente, como referes.

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